Sobre o autor

Francisco Ucha é jornalista, desenhista, designer gráfico e publicitário. Nasceu no Rio de Janeiro mas durante a juventude viveu em Recife, Pernambuco, onde participou do movimento de quadrinhos e de cinema super-8, quando dirigiu o curta Coco Comestível, que teve repercussão no I Festival de Cinema Super-8. Estagiou no extinto Diário da Noite do Recife e editou o fanzine O Outro, que teve colaboradores de destaque como o jornalista Geneton Moraes Neto, o desenhista Watson Portela e Augustus Nicodemus, ex-Chanceler da Universidade Makenzie.

Começou profissionalmente no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro onde teve contato com ilustres jornalistas, tais como Mauricio Azêdo (ex-Presidente da ABI), Aziz Ahmed, Carlos Jurandir e Antônio Calegari. Lá trabalhou como copy-desk, desenhista e diagramador e conheceu todas as etapas da produção diária de um jornal. Foi George Vidor, um dos editores do Panorama Econômico do jornal O Globo no final dos anos 70, quem o levou para ilustrar os especiais do “Panecão”. A partir daí, passou a fazer parte da equipe fixa de desenhistas de O Globo, onde trabalhou por 15 anos, passando a ilustrar semanalmente a Revista da Tevê. Foi Diretor de Arte do Jornal dos Sports em 1982 e Editor de Arte da revista Soluções, da Unisys do Brasil.

Recebeu o Top3 de Marketing do Prêmio IBest em 1999. Criador de publicações, foi o responsável pela implantação de diversos veículos, tais como o Jornal da Globo Vídeo (que chegou a ter uma distribuição de 200 mil exemplares); revistas MovieStar Consumidor Cristão, diversos fascículos,  além do Jornal do Friburgo, publicação do Colégio Friburgo, tradicional escola de São Paulo.

Trabalhou por mais de 20 anos na área de vídeo e cinema. Foi Gerente de Comunicação da Herbert Richers Home Video, onde criou o jornal Aperte o Play, e Gerente de Marketing da Look Filmes. Lançou em home-video com enorme sucesso a série clássica japonesa National Kid. Reformulou o projeto gráfico do jornal Folha Dirigida e dos produtos de turismo do Grupo. Foi Editor do Jornal da ABI por quase 10 anos.

Participou da exposição Traços Impertinentes, onde cartunistas e desenhistas da imprensa homenagearam o centenário da Associação Brasileira de Imprensa.

Liberté, Égalité, Fraternité
(Uma homenagem às vítimas do atentado terrorista ao jornal Charlie Hebdo)